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Relatos Interessantes

Como o título sugere, “Relatos Interessantes” são casos de calopsitas que sofreram problemas sérios de saúde e que conseguiram se recuperar através de recursos pouco convencionais.


Esta publicação não pretende induzir pessoas a adotarem os mesmos métodos para seus bichinhos, pois desejamos deixar bem claro que a reação de cada organismo é  diferenciada e, portanto, os resultados, podem ser variáveis.


Os relatos abaixo não pretendem de forma alguma substituir tratamentos veterinários, mas sim SUGERIR busca e estudo de outras alternativas quando os tratamentos ortodoxos não surtiram o efeito desejado.

Deixamos claro que toda ave que apresente sintomas de  doenças DEVEM ser levadas a um veterinário especialista em aves.


Esperamos que o tema possa auxiliar donos, veterinários e bichinhos. Lembramos que a dedicação e OBSERVAÇÃO do dono é uma GRANDE ferramenta na recuperação de doenças dos penosos.


Nomes de remédios poderão ser omitidos visando evitar que aves sejam medicadas por suposição de diagnóstico feito por leigos. Veterinários que desejem mais detalhes podem se identificar  via email e solicitar as informações desejadas.



CASO 1 - KUTHUMI  - São Paulo - SP

AVE: Calopsita macho - Nome: KutHumi - Adotado com, aproximadamente , 6 meses de idade.

Inicial: Apresentou problemas alérgico-respiratórios.

Alimentação e instalações na nova casa: Higiene máxima, alimentação de primeira qualidade (sementes, extrusada, frutas, verduras, legumes, minerais etc).

Tratamento: antibiótico (flotril... Eritrex) e, posteriormente, homeopático.

Consultas com especialistas: frequente.

1 ano e meio depois da adoção: Sofreu crise convulsiva após tomar (2 minutos após o gole)  allium Sativus (homeopatia). Medicação para convulsão ministrada (gardenal).

A partir de então passou a ter crises convulsivas em média 3 vezes por mês.

Tratamento adotado: homeopático (Kali bromatum)

Decorridos 1 ano e 2 meses... Continuação das crises convulsivas e do problema alérgico-respiratório.

KutHumi sofreu crises respiratórias fazendo inalações 3  a 4 vezes ao dia durante 8 anos. Neste período sofreu também várias crises convulsivas.

Concluímos que as convulsões de KutHumi se davam em decorrência da falta de  oxigênio no cérebro. Ele morreu com 8 aninhos de idade, após uma crise convulsiva muito forte. Resumindo: Problemas Respiratórios graves em aves,  são de difícil cura e somente a atenção e socorro imediato por parte do dono podem prolongar um pouco mais a vida da  ave.



CASO 2 -  QUEROPITO - São Paulo - SP

Queropito  uma calopsita de 13 anos que vivia com a antiga dona que só trocava suas sementes a cada 3 ou 4 dias. Sua alimentação era composta de girassol, aveia, pão com café e leite. Sua instalação era uma gaiola pequena, suja e com restos de alimentos. Ele tomava chuva, vento e muito sol.

Resultado: Grande ferida nas costas, desnutrição, peito seco e problema respiratório. Problema Respiratório:   Tratado  e Curado

Ferida nas costas: Curada.

Fatores Diversos: Penas: quebradas. Observado, posteriormente, que as penas apodreciam dentro da pele e caiam antes do canhão se formar totalmente. Terapia: Longo tratamento com biotina e levedo de cana. Queropito hoje está com 22 aninhos e suas penas normalizaram totalmente.


CASO 3 - NINO E NINA - São Paulo - SP

Nino e Nina foram comprados numa BOA (??) casa de aves, mas logo a dona percebeu que eles não estavam bem. Arrepiados, espirros e “emboladinhos”. Consultas, exame de clamídea negativo, mas mesmo assim tomaram doxiciclina  por 40 dias sem que mostrassem melhora.  Logo após esta medicação novos exames detectaram Megabactéria e giárdia. Novos remédios e ao invés da melhora, ambos apresentaram infestação alta de bactérias negativas.  Consulta com um outro veterinário que prescreveu Cetoconazol + hortelã + organew + imunologic sem que houvesse resultado positivo. O organew provocou diarréia e, por sugestão de terceiros, o veterinário aceitou trocá-lo por Estibion Plus que estancou logo de imediato a diarréia.  Dias depois nova medicação antibiótica (Eritrex), também sem resultado. O número de bactérias negativas estava em quase totalidade e o veterinário deu o caso por perdido.

A dona do Nino e da Nina aceitou a sugestão  de ministrar ESTIBION NEEM em dosagem um pouco acima da recomendada pelo fabricante + imunologic + sumo de vegetais e, posteriormente, substituir o Estibion Neem pelo Estibion Plus e manter o rodízio.

Resultado: Já se passou quase 1 ano. Nino e Nina estão saudáveis, bonitos e brincam contentes sem que demonstrem um dia terem tido problemas tão sérios.

É importante frisar que a dedicação da dona  foi fundamental na recuperação deles, pois  tão logo percebeu que estavam doentes procurou socorro e esteve o tempo todo disposta a fazer tudo para recuperá-los.

Não temos o quadro de evolução do tratamento do Nino e da Nina  porque só fazemos o quadro de  acompanhamento das nossas calopsitas.


CASO 4 - LOVE - CANADÁ

Nome: Love - Calopsita silvestre macho, adulto.

Vive  no Canadá - bem tratado, bem alimentado e com excelente assistência dos donos.

Aproximadamente 1 ano e meio apresenta, esporadicamente, narinas irritadas.

Segundo semestre de 2007: Love estava com as narinas muito irritadas e com um pouco de secreção. Levado ao veterinário foi prescrito enrofloxacino ( no Canadá o enrofloxacino é  líquido pastoso, tipo xarope). Dias depois:  piora.

Respiração agoniada pelo bico, rabo batendo.

Sugerido por terceiros: Inalações  com fluimucil e solução fisiológica.

Melhoras: momentâneas.

Aproximadamente 5 dias após inalações: piora. Love ficou muito mal. Faces inchadas... Batia a cabeça e já estava sendo alimentado forçadamente.

Batida de cabeça = dor (esclarecimento dado pela Dra. Soraya Málaga no Brasil).

Momento críticos... Ele estava se entregando.

Tentativa final: Inalação à frio (inalador) com fluimucil e solução fisiológica.   AAS infantil na dose indicada. 15 minutos depois uma nova inalaçao, desta vez á quente com eucalípto glóbulos (planta).

Após isto  todos entregaram nas mãos do divino a sorte do Love.

Relatou a dona que, depois de alguns minutos das inalações o Love soltou muito catarro. Tanto, mas tanto que ela achava impossível para um pássaro. De lá em diante o Love não sofreu mais NADA. Está bonito, saudável, forte e manhoso.

O que curou o Love? Amor e dedicação da dona?

As inalações e o AAS?

O milagre divino?

Talvez nunca tenhamos as respostas, mas podemos dizer que, talvez todos os caminhos estejam cruzados.

E por falar no divino, em certos casos de tratamentos de bichos, há veterinários em que apenas com seu envolvimento,  ou apenas com uma palavra, acabam causando desfechos de sucesso em casos quase impossíveis.

Isto é magia!

Love morreu 5 anos depois vítima de um ataque respiratório fulminante.


PSICOLOGIA ANIMAL

Quando o ser humano vai ao psicólogo ele tenta desvendar o que mais lhe incomoda. O processo é longo por causa do emaranhado de convivência e de sentimentos envolvidos, mas nem por isto a maioria das pessoas saem por aí se machucando, se agredindo. Isto, talvez,  queira dizer que somos, emocionalmente mais duros, do que pensamos.

E os animais? Como lidam com os sentimentos? Eles se magoam com as coisas que nós seres humanos fazemos? Ou será que eles só são tocados pela interferência do próprio reino? Então... Vejamos alguns casos:


CHIQUITA - ARAXÁ - MG - Nome: Chiquita - MAITACA jovem

Chiquita ficava solta dentro de casa e, certo dia, um cachorro assustado entrou sala adentro e quase pisou nela. Ela ficou apavorada.

Depois do ocorrido a dona preferiu mantê-la a maior parte do tempo em um viveiro no qual ela pulou dentro (correndo!) e de onde não gosta de sair.

Periodicamente, a dona solta Chiquita para passear pela casa e então...

Chiquita só anda bem rente às paredes!

No entender dela: melhor ficar no viveiro, mas se a  tiram de lá.. Melhor andar rente às paredes que é mais seguro e nenhum cachorro vai pisar.


QUEROPITO - SÃO PAULO - SP - Queropito era a única calopsita com suas donas. Era mal alimentado, tinha pouca atenção, mas era único! Um dia as donas trouxeram uma outra calopsita mansinha... Mansinha e aí coçavam e acarinhavam a calopsita na frente do Queropito.

Tempos depois ele  apareceu com uma grande ferida nas costa.  Foi adotado por outras donas que constataram auto-mutilação.

Queropito hoje vive numa casa onde é muito bem tratado, muito bem alimentado, tem bastante atenção, bastante higiene, mas... Não deixou o hábito da auto-mutilação. Por quê? Se agora ele tem tudo, deveria estar curado do trauma, mas... Na nova casa tem mais 4 calopsitas e todas recebem tratamento igual, mas uma delas  é mansa em excesso e adora ser coçada! Para ele... Para Queropito, apesar de ter todo o carinho ele continua vendo... assistindo um ritual que lhe causa ciúmes, mesmo apesar dele poder ter o mesmo carinho (ele não deixa!).


KUTHUMI - SÃO PAULO - SP - KutHumi vivia padecendo com alergia. Inalações? Todos os dias! Mudou o tempo? Inalação! Faz muito calor? Inalação! Choveu demais? Inalação! Deu tempestade? Inalação!

Acabou de inalar, mas alguém discutiu ou gritou perto dele? Nova inalação! Costumava ser 2 inalações por dia e, dependendo da situação até mais!

Mas olha que coisa curiosa... certos dias ele demorava bastante para pedir inalação. Às vezes apenas  1 inalação em mais de 36 horas. Estranho... o que seria?  Mesmo ambiente, mesmas comidas, mesmas pessoas, mesmo... tudo!

Um dia uma observação interessante: ele parecia acompanhar o estado de espírito de uma das donas. Se ela estava tensa ele entrava em crise e mais vezes de inalações ao dia. Se ela estava alegre, tranquila, nada de inalações.

Observado e, ao que tudo indicava: o amor da vida dele era uma das donas. Se houvesse quaisquer problemas com ela... ele passava mal! E lá vinha inalação!

Que todos tratassem a dona dele como uma princesa para ninguém ter que levantar e inalar o KutHumi a qualquer hora da noite! Rsrsrsrsrrsrsrs.


Bilú, Kiko e Bobby - Curitiba
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